quarta-feira, 11 de abril de 2012

Reminiscências 4

Augusto Banega Montenegro * -  Vários amigos de Urucurituba, dos mais de mil que possuo na minha lista de pessoas amigas e conhecidas no Facebook são, invariavelmente, contra o modo de administrar do prefeito do município.  Alguns chegam a apelidá-lo de “mentirinha”, outros de “mau pagador”, porque se nega a pagar pensão a um dos seus filhos. Ora, nada que um exame de DNA e uma justiça acionada não resolvam rapidamente. Ou será que ele pensa que somente o “bem-bom” é o que vale?
Nessa série de matérias que batizei de “Reminiscências”, tento relatar tudo o que me aconteceu em duas campanhas para Prefeito em Urucurituba, até mesmo para evitar que pessoas bem intencionadas sejam, de novo, prejudicadas e engolidas pelas mentiras dos candidatos apoiados pelo prefeito. Digo apoiadas, porque dificilmente o prefeito de Urucurituba deixará de transferir 30% dos votos para seus candidatos, uma vez que ele sabe, como ninguém naquela terra, a manipular bem o poder, com o uso da máquina e da grana, embora somente saia para manter contatos políticos a partir da meia noite.
Caso alguns dos amigos que me escrevem permitirem, gostaria de, na próxima coluna, transcrever tudo o que eles pensam a respeito do prefeito. Palavras que definem bem o caráter de quem se elegeu, mas passou oito anos no poder e não vai deixar saudades. Simplesmente porque tudo o que fez na cidade foi dar lição de incompetência e desamor à maioria da população.
Todas as obras pagas pelo governo federal que tentou realizar não foram concluídas, a não ser uma quadra de esportes cuja verba foi colocada no Orçamento da União pela então deputada federal e hoje senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB). O interessante, é que essa é a única quadra de esportes do mundo que tem as arquibancadas, construídas em madeira, colocadas pelo lado de fora.
As 240 casas do conjunto Minha Casa Minha Vida, a quadra coberta ao lado da Amazonas Energia e a Feira Coberta não foram concluídas, apesar de toda a verba ter sido liberada pelo Ministério das Cidades e pela Caixa. E oito anos se passaram, não é mesmo?  
E nesse oito anos dessa administração que termina esquecida, quantas pessoas competentes foram alijadas do processo de trabalho simplesmente porque se insurgiram contra esse tipo de administração? Enumerar os nomes seria fácil, mas o enorme feixe de palavras tomaria todo esse espaço. E, como as pessoas atingidas gritam, mas não são ouvidas, berram, mas sequer são notadas, resta a todos nós, que em outubro colocaremos outro inquilino, para gerir a coisa pública, agir com mais consciência, promovendo uma limpeza ética para tornar mais democrático o processo de alternância do poder.
CHEGA DE VOTAR EM QUEM NÃO TEM CONDIÇÕES MORAIS E INTELECTUAIS PARA ADMINISTRAR NOSSO DINHEIRO E AS NOSSAS VIDAS!

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